
“Soubéssemos nós adultos preservar o brilho e o frescor da brincadeira infantil, teríamos uma humanidade plena de amor e fraternidade. Resta-nos, então, aprender com as crianças” (Monique Deheinzelin)
“O universo, de alguma maneira, cabe neste pequeno corpo. Só possuo a mim mesmo. O melhor que posso fazer é cuidar de mim mesmo. Sentir-me por dentro e por fora. Assumindo-me na minha totalidade. Olhe para o seu corpo. Olhe para dentro de seu corpo e lá provavelmente encontrará o universo.” (Hall, 1977)
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